
Estou nu diante da água imóvel. Deixei minha roupa
no silêncio dos últimos ramos.
Isto era o destino:
chegar à margem e ter medo da quietude da água.
Antonio Gamoneda
livro do frio
(5-sábado)
trad. de José bento
assírio & alvim
1999
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segunda-feira, novembro 26, 2007
Sábado
Publicada por
Gil Von Doellinger
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17:03
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Etiquetas: Antonio Gamoneda
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