cantam as paisagens
no filtrar do dia,
entre olhares rápidos do espelho,
de alguém com hipótese de trabalho
a mota contorna rotundas sobre rotundas,
no mundo da cidade inteligente,
o homem num aspecto incorrupto
acelera, sem recordar os limites
tudo parece ser igual dentro de cada um
a luz, , a sombra, o dia
onde se bebem sentimentos
tudo parece ser ali
após um dia, onde a bebida e os cigarros
fizeram parte da noite mal dormida
e sentimentos esfregados um a um
as horas prolongam-se
no pensamento viajante
onde a ressaca ainda é dor
já nada resta,
nem a paixão que lhe fez tocar um rosto
l.maltez
sábado, dezembro 02, 2006
nada resta...
Publicada por
lena
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12:06
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Etiquetas: Lena Maltez
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